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A Ordem

Engenharia Aeronáutica

Comissão Executiva
José Manuel Mota Lourenço da Saúde - Coordenador
Saul António Dias Pascoal - Coordenador-adjunto
Manuel de Matos Gravilha Chambel
Agostinho Rui Alves da Fonseca
João Paulo Trincheiras Torres
Inocêncio Pavese de Almeida Araújo
Luis Miguel Mouta Meireles


(em atualização)

Plano de Atividades (Triénio 2013-2016)

1. Conduzir os assuntos da Especialização em Engenharia Aeronáutica de acordo com o Regulamento das Especializações, alterado pela Assembleia de Representantes na reunião de 31 de Março de 2012 e publicado no Diário da República em 29 de abril de 2013.
Nos termos da regulamentação existente, avaliar as novas ca ndidaturas ao Título de Especialista em Engenharia Aeronáutica, bem como tratar de todos os assuntos que se relacionem com a especialização em coordenação com os diferentes Colégios e demais Especializações.
É de salientar que a Especialização em Engenhari a Aeronáutica é uma Especialização Horizontal, abordando áreas de conhecimento muito abrangentes e caracterizadas por elevados níveis de conhecimento científico e tecnológico. Por este motivo, os membros que compõem esta Especialização provêm de diversas Especialidades estruturadas na Ordem dos Engenheiros.

2.Valorizar o título de Especialista em Engenharia Aeronáutica junto dos organismos da administração pública, empresas, associações e instituições técnicas com importância para o sector aeronáutico e acompanhar o desenvolvimento do sector.

3. Promover a apresentação de candidaturas a Especialista em Engenharia Aeronáutica, visando a dignificação da Engenharia Aeronáutica como especialidade de relevância crescente no contexto das Engenharias. Esta ação tem por objetivo identificar Engenheiros cuja atividade se desenvolva em torno de diferentes especialidades com relevância na atividade aeronáutica e cuja competência e contributo justifiquem a
sua proposta como Especialistas em Engenharia Aeronáutica e salientar aimportância crescente de intervenção dos graduados em Engenharia Aeronáutica nas atividades correlacionadas que se desenvolvem na Administração Pública, na Indústria, nos Serviços, no Ensino e nas Forças Armadas.

4. Promover eventos de interesse para a Especialização em Engenharia Aeronáutica. Propor à Ordem dos Engenheiros a realização de eventos, desde jornadas de reflexão de carácter geral até sessões de debate temáticas e especializadas. Atendendo à realidade nacional, dar especial atenção à atividade de engenharia relacionada com os aspetos tecnológicos da exploração e operação das aeronaves.

5. Promover, em colaboração com as Autoridades Aeronáuticas, nacionais e internacionais, designadamente com o Instituto Nacional de Aviação Civil, a regulamentação da profissão de Engenheiro Aeronáutico.

6. Apoiar e participar em eventos que contribuam para a divulgação e desenvolvimento da Engenharia Aeronáutica, designadamente, junto das Universidades, Laboratórios, Indústria e Operadores. Neste âmbito, promove r a divulgação de assuntos técnicos e de eventos junto da Revista INGENIUM, Sítio da Ordem dos Engenheiros e outrosórgãos de comunicação.

7. Desenvolver mecanismos de envolvimento crescente, através da Ordem dos Engenheiros, que visem a emissão de pareceres oficiais ou a aprovação prévia de medidas que se relacionem com a atividade aeronáutica em Portugal.

8. Propor a atribuição de títulos de especialista, congruentes com os cursos e ramos de engenharia ministrados no país e com as áreas em que os respetivos graduados desenvolvem a atividade técnica e progridem profissionalmente.

9. Promover e fomentar o encontro entre a Investigação e a Indústria, através da aproximação das entidades intervenientes.

10. Estabelecer e desenvolver contactos com organizações congéneres de outros países.

11. Continuar o processo de candidatura à criação do Colégio de Engenharia Aeroespacial. Os domínios de conhecimento envolvidos em Engenharia Aeroespacial, são mais abrangentes que os envolvidos em Engenharia Aeronáutica, pois já envolvem o, cada vez mais, relevante domínio espacial. Por outro lado, existe em Portugal um elevado número, com tendência crescente, de jovens graduados em Engenharia Aeronáutica, pela Universidade da Beira Interior, em Engenharia Aeroespacial, pelo Instituto Superior Técnico, e em cursos congéneres, pela Academia da Força Aérea. No entanto, estes jovens graduados, ao considerarem a inscrição na Ordem dos Engenheiros, não se identificam com nenhuma das Especialidades e Colégios atualmente estruturados e onde poderiam ser integrados. Com a eventual criação de uma Especialidade de Engenharia Aeroespacial, pretende-se aumentar o número de graduados inscritos na Ordem dos Engenheiros, colmatando simultaneamente algumas falhas identificadas.

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