Ordem dos Engenheiroshttps://www.ordemengenheiros.ptptTabaco: Ordem dos Engenheiros diz que nova lei viola regras de qualidade do ar, associações de saúde querem “proibição total”https://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/tabaco-ordem-dos-engenheiros-diz-que-nova-lei-viola-regras-de-qualidade-do-ar-associacoes-de-saude-querem-proibicao-total/»»»]]>Tabaco: Ordem dos Engenheiros diz que nova lei viola regras de qualidade do ar, associações de saúde querem “proibição total”2021-08-19 11:31:00Comunicado - Ordem dos Engenheiros contesta criação da Ordem dos Engenheiros Técnicoshttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/comunicado-ordem-dos-engenheiros-contesta-criacao-da-ordem-dos-engenheiros-tecnicos/


Av. António Augusto de Aguiar,
n.º 3D, 1069-030 Lisboa secretariageral@oep.pt

Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               1/2011 
      24 de Janeiro de 2011

Ordem dos Engenheiros contesta criação da Ordem dos Engenheiros Técnicos

A Ordem dos Engenheiros foi surpreendida com a decisão da Assembleia da República, de 21 de Janeiro de 2011, de criar a Ordem dos Engenheiros Técnicos sem ter procedido à audição de outros parceiros e entidades relevantes, nomeadamente a Ordem dos Engenheiros.

O Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Engenheiros manifesta a sua total discordância com a criação de outra Ordem Profissional na actividade de Engenharia, contrariando o disposto na Lei 6/2008, de 13 de Fevereiro que, no n.º 4 do artigo 2.º, estabelece que a cada profissão regulada apenas pode corresponder uma única associação pública profissional, incompreensivelmente fundamentada no pressuposto de que "a profissão de engenheiro técnico é autónoma”.

Esta decisão é tanto mais estranha, porquanto, desde 2007 e reiteradamente, a Ordem dos Engenheiros se disponibilizou junto da Assembleia da República e do Governo para resolver as implicações do "Processo de Bolonha” e o novo enquadramento da actividade dos profissionais de Engenharia.

A Ordem dos Engenheiros, com um historial de serviço público de 75 anos, que representa cerca de 45.000 Engenheiros, continua responsavelmente empenhada em assegurar o seu contributo para o desenvolvimento do País, num quadro de grande exigência de qualidade e respeito profissional.

Ciente das exigências de uma profissão de confiança pública, a Ordem dos Engenheiros nunca pactuará com soluções desajustadas, mormente as que pretendem induzir na sociedade a falsa necessidade da existência de uma nova Ordem no mesmo espaço de actividade da Engenharia.

Coimbra, 24 de Janeiro de 2011

O Conselho Directivo Nacional

 Nota: Comunicado enviado aos órgãos de comunicação social a 24 de Janeiro de 2011


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Comunicado - Ordem dos Engenheiros contesta criação da Ordem dos Engenheiros Técnicos2011-01-25 14:50:41
Ordem dos Engenheiros repudia críticas do Ministro Mariano Gagohttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/ordem-dos-engenheiros-repudia-criticas-do-ministro-mariano-gago/


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               5/2010 
      20 de Dezembro de 2010

Ordem dos Engenheiros repudia críticas do Ministro Mariano Gago

Em 18 de Dezembro, foram amplamente divulgadas na Comunicação Social declarações do Professor Mariano Gago, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, proferidas durante um encontro partidário, tecendo criticas generalizadas às Ordens Profissionais, acusando-as de pretenderem condicionar o acesso às profissões em benefício dos profissionais "que já estão instalados”.

Nas declarações gravadas, foi possível ouvir o tom jocoso como se referiu aos princípios das Ordens quanto à defesa da deontologia profissional, fazendo declarações com base em juízos de valor, genéricos e não sustentados, situação que a Ordem dos Engenheiros repudia de forma veemente, considerando-as impróprias de um governante.

Para além de ter demonstrado ser-lhe difícil entender as virtudes dos valores éticos e deontológicos, admite-se que estas declarações do Ministro resultem da frustração que terá sentido na última legislatura pelo facto de não ter conseguido terminar com as Ordens Profissionais, como seria provavelmente o seu desejo.

Mais do que críticas panfletárias, despropositadas e injustas, o Ministro devia cumprir com a sua obrigação de legislar, adaptando o Estatuto da Ordem dos Engenheiros à realidade pós Bolonha, tal como diligentemente se preocupou em fazer no Sistema do Ensino Superior com a adaptação dos bacharelatos e licenciaturas anteriores para as licenciaturas e mestrados actuais.

Em meados de 2007, a Ordem dos Engenheiros disponibilizou-se directamente junto do Primeiro-Ministro e do Ministro Mariano Gago para colaborar na elaboração das necessárias adaptações estatutárias decorrentes das alterações no sistema de ensino superior. Continuamos a aguardar que o Ministro encontre tempo para tratar do assunto.

Não vislumbramos nenhuma reunião que tivesse ocorrido entre a Ordem dos Engenheiros e o Sr. Ministro, na qual tivesse sido feito qualquer pedido para limitar o acesso à profissão, ao contrário do que enfatizou nas declarações prestadas à comunicação social.
A nossa postura nunca foi e não será a de esperar quaisquer decisões políticas em benefício próprio, como deixou antever nas suas afirmações, mas sim decisões que se ajustem aos superiores interesses do País.

Qualquer que seja o juízo de valor que o Ministro faça, enquanto a Ordem dos Engenheiros existir, com mandato de associação pública com poderes delegados pelo Estado, com funções de regulação da profissão e com especiais deveres em matéria de observância dos princípios éticos e deontológicos, assiste aos Membros desta Associação Profissional o direito de serem respeitados e de não serem objecto de declarações demagógicas, feitas de modo generalizado, ofendendo desnecessariamente dezenas de milhares de profissionais de engenharia e contribuindo para a desvalorização e desconsideração de uma instituição prestes a fazer 75 anos.

A Ordem dos Engenheiros assume como missão a garantia da qualidade da engenharia, na convicção de que este é o caminho para atingir o seu objectivo fundamental de defesa da segurança e do bem-estar das populações.

A Ordem dos Engenheiros, para além da sua função de regulação do exercício da profissão, garantindo o cumprimento da ética e deontologia profissionais, sempre se posicionou como participante activa na discussão dos grandes problemas nacionais, na elaboração de pareceres, prestando o seu contributo técnico para a valorização do processo de decisão.
As intervenções da Ordem dos Engenheiros no acesso ao exercício da profissão têm decorrido de uma necessidade, face à degradação do ensino em algumas escolas superiores de engenharia, pondo em risco os requisitos mínimos de exigência de qualidade de uma profissão cujo exercício se projecta na segurança dos cidadãos.

A nossa posição foi sempre de luta contra o facilitismo e nunca de limitação do acesso à profissão.

Lisboa, 20 de Dezembro de 2010

Carlos Matias Ramos
Bastonário da Ordem dos Engenheiros


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Ordem dos Engenheiros repudia críticas do Ministro Mariano Gago2010-12-20 17:25:44
XVIII Congresso da OE - Engenheiros apresentam soluções de combate à crisehttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/xviii-congresso-da-oe-engenheiros-apresentam-solucoes-de-combate-a-crise/


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               4/2010 
      06 de Dezembro de 2010

XVIII Congresso da OE - Engenheiros apresentam soluções de combate à crise

A chave para a revitalização da economia nacional assenta na "qualificação, especialização, diferenciação e inovação”. A marca "Portugal” tem de se impor mas "a actividade económica deve inserir-se plenamente na globalização”. Soluções que potenciem a "mão-de-obra barata, a energia baseada nos combustíveis fósseis e o facilitismo” no sistema de ensino devem ser "banidos da sociedade”. As conclusões foram expostas pelo Vice-Presidente Nacional da Ordem dos Engenheiros, Victor Gonçalves de Brito, no encerramento do XVIII Congresso da Ordem dos Engenheiros, que se realizou nos dias 4 e 5 de Novembro, em Aveiro.

O responsável lembrou que "a realidade do tecido empresarial nacional, com a pulverização de PME industriais, tem de ter reflexos nos conteúdos programáticos dos cursos superiores de Engenharia” e afirmou que "as alterações no ensino superior e a massificação não devem induzir a adulteração de padrões de qualificação profissional”, sublinhando a importância de uma sólida formação de base na preparação académica do Engenheiro, à qual deve aliar-se "uma formação especializada e complementar nos domínios do empreendedorismo, economia e gestão, comunicação, língua e culturas estrangeiras”.

Victor Gonçalves de Brito reforçou que a Ordem dos Engenheiros, "pela prática de dezenas de anos ao serviço do país e reiterada disponibilidade em contribuir para soluções de grandes questões nacionais que envolvem a Engenharia” considera-se "legitimada para exigir dos poderes púbicos a audição e envolvimento no que à profissão e aos profissionais diz respeito, nomeadamente em matérias de regulamentação profissional, fixação de qualificações e acesso a sectores de actividade de confiança pública”, afirmando que a Engenharia e os Engenheiros têm um papel fulcral no novo paradigma do desenvolvimento económico e na garantia da sua sustentabilidade.

O Vice-Presidente Nacional da Ordem dos Engenheiros assumiu que "a recuperação económica portuguesa será lenta e exige soluções diferentes das adoptadas em crises precedentes”, mas desafiou os presentes a encararem-na como "uma oportunidade para corrigir erros e possibilitando novas formas de entendimento entre os agentes económicos”, sublinhando que "os Engenheiros, tal como o fizeram no passado, demonstraram neste Congresso que têm soluções e que estão à altura dos desafios que a sociedade portuguesa tem de enfrentar”.


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XVIII Congresso da OE - Engenheiros apresentam soluções de combate à crise2010-12-06 21:48:04
Engenheiro Fernando Silveira Ramos distinguidohttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/engenheiro-fernando-silveira-ramos-distinguido/


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               3/2010 
      30 de Abril de 2010

Engenheiro Fernando Silveira Ramos distinguido
Prémio Secil de Engenharia Civil 2009 atribuído ao Molhe Norte da Barra do Douro

Prémio Secil Universidades distingue sete projectos nas áreas da Arquitectura e Engenharia

Lisboa, 30 de Abril de 2010 - A Secil – Companhia Geral de Cal e Cimento, SA e a Ordem dos Engenheiros anunciam que o Prémio Secil de Engenharia Civil 2009 foi atribuído pelo Júri ao Molhe Norte da Barra do Douro, uma obra da autoria do Engenheiro Fernando Silveira Ramos. Este galardão, reconhecido como o Prémio de referência da Engenharia portuguesa, distingue, de dois em dois anos, a mais significativa solução de engenharia concretizada no biénio em análise.
O Prémio Secil de Engenharia Civil visa promover o reconhecimento público de autores e de obras que, incorporando o material primordial da actividade da SECIL – o cimento –, constituam peças significativas no enriquecimento da engenharia portuguesa. A obra agora premiada é uma estrutura construída na margem norte da embocadura do rio Douro para resistir à acção directa das ondas de tempestade e das correntes das grandes cheias, onde estão incorporados mais de 65.000 m3 de betão e 2.500 toneladas de aço.
Para o Eng.o Fernando Silveira Ramos, a conquista do Prémio Secil, que classifica como "o Nobel da engenharia em Portugal”, foi acolhida com reforçadas razões de satisfação pessoal, dado que a obra distinguida exigiu "mais de 10 anos de trabalhos e de lutas, principalmente de lutas”, realçando também "as dificuldades próprias de um programa ambicioso que combinava exigências hidráulicas, sedimentares, estruturais, paisagísticas, de navegação e de integração urbana”.
O autor da obra premiada faz questão de salientar que se tratou "de um trabalho colectivo” concretizado por "uma equipa técnica de projecto e consultoria coesa e multidisciplinar”, enunciando, entre as principais bandeiras deste projecto, "a vitória da imaginação e da inovação na obra de engenharia sobre o habitual pragmatismo cinzento e repetitivo”, bem como "a transformação do ‘forte e feio’ molhe costeiro num equipamento urbano e lúdico de qualidade e de utilização pública”.
O Júri considerou que, das restantes candidaturas apresentadas, são de destacar as referentes ao Viaduto de Vila Pouca de Aguiar e Estação do Terreiro do Paço.

Um renomado especialista da engenharia costeira e portuária

Fernando Coutinho da Silveira Ramos nasceu em Lisboa, em Maio de 1941, tendo-se licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior técnico, em 1966. Iniciou a sua actividade profissional, ainda como estudante, no Serviço de Hidráulica do Laboratório de Engenharia Civil, onde trabalhou como técnico Superior entre 1967 e 1972.

A partir de 1972 passou a exercer actividade profissional na empresa de estudos e projectos Consulmar, sempre nas áreas da engenharia costeira e portuária, assumindo responsabilidades de Direcção em 1981. Foi interventor ou responsável no desenvolvimento de muitos estudos e projectos portuários e costeiros de grande relevância e criatividade, casos dos projectos da reconfiguração dos portos de Viana do Castelo, Figueira da Foz, Aveiro e dos Terminais de graneis líquidos e sólidos de Sines. Foi ainda coordenador do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Porto de Lisboa, onde se preconizou a reconfiguração do Terminal de Alcântara e a implementação do tráfego fluvial de contentores.

Alguns outros trabalhos merecem também destaque pela sua especificidade, como, por exemplo, os estudos que conduziram ao registo, em 2002, duma Patente Nacional no domínio das estruturas para construção de obras marítimas pouco reflectoras, a construir no interior de bacias portuárias (estruturas já executadas no porto de pesca da Afurada e no terminal multiusos do Porto de Leixões).
A sua actividade profissional continuada nos domínios da hidráulica marítima, engenharia costeira e estruturas portuárias, valeu-lhe a atribuição, em 2009, pela Delegação Portuguesa da Pianc (Permanent International Navigation Congress) do Prémio "Fernando Abecasis", de excelência de carreira.

Também na actividade associativa empresarial foi sempre muito activo, tendo sido nomeadamente membro de vários órgãos da Appc (Associação Portuguesa de Projectistas e Consultores), eleito seu Presidente em 1998 e reeleito sucessivamente em 2001 e 2004.

Fernando Silveira Ramos acompanhou e compatibilizou as suas actividades profissionais, empresariais e associativas com uma actividade social e política que exerce até hoje desde os tempos de estudante.

Como reconhecimento desta actividade profissional, empresarial, associativa, social e política, foi agraciado em 2005 com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Mérito Agrícola Comercial e Industrial, com que foi distinguido por Sua Excelência o Presidente da Republica, Dr. Jorge Sampaio.

Uma obra notável

O Molhe Norte da Barra do Douro integra-se num conjunto de obras na embocadura do estuário, cuja coerência e comportamento hidráulico e sedimentar são determinantes para o seu êxito. 
Alguns conceitos de sustentabilidade ambiental e de utilização urbana e lúdica desta obra marítima assumiram também especial relevância nalgumas opções efectuadas.
Os estudos, os projectos e as obras foram efectuados na sequência dum concurso público internacional de concepção/construção, acompanhado por uma comissão técnica independente e a solução seleccionada validada por ensaios em modelo reduzido e matemático no Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Tendo o IPTM - Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, I.P. como dono de obra, a concepção geral das intervenções na barra do Douro esteve a cargo dum consórcio projectista liderado pelo Eng. Fernando Silveira Ramos e o desenvolvimento do projecto do Molhe Norte a cargo da Consulmar - Projectistas e Consultores, Lda. A construção da obra foi da responsabilidade da Construtores dos Molhes do Douro-ACE (Somague Engenharia/Irmãos Cavaco) e a sua fiscalização realizada pela DHV-Tecnopor/DHV-Fbo.

Os objectivos principais da intervenção na barra do Douro eram melhorar as condições de segurança das embarcações no canal da Barra, proteger as zonas marginais da Cantareira e do Passeio Alegre da acção destrutiva das ondas e correntes e facilitar a auto-limpeza do canal, diminuindo o esforço das dragagens de manutenção.
Estes objectivos deviam ser atingidos tendo como preocupação minimizar o impacte ambiental sobre o Cabedelo e Bacia de S. Paio e o impacte visual das intervenções sobre as zonas urbanas adjacentes, bem como contribuir para a estabilidade das praias a jusante da Barra do Douro. 
Para concretização desta obra foram prefabricados vários tipos de peças de betão armado, aduelas e caixotões, sendo de salientar a execução por deslize, em doca flutuante, no interior do Porto de Leixões, de 16 caixotões de grandes dimensões, alguns deles com cerca de 26 x 15 x 15 m.
Estes caixotões foram transportados um a um em flutuação, em mar aberto, durante cerca de 5 quilómetros. Foram então afundados no local, sobre uma base regularizada por mergulhadores, rigorosamente colocados justapostos e selados contra o fundo rochoso, formando a infra-estrutura do Molhe Norte que, no final e em conjunto com o troço construído em aduelas, atinge cerca de meio quilómetro de comprimento. Esta infra-estrutura foi depois reforçada e completada já no local com uma superstrutura em betão, que no seu interior tem moldada uma galeria técnica, situada imediatamente abaixo do coroamento do Molhe, que garante o acesso ao Farol mesmo em condições de mau tempo.
Com a solução encontrada foram criados dois circuitos pedonais ligando a cabeça do novo Molhe ao Passeio Alegre. Um, no nível superior da estrutura, utilizável só em situações de bom tempo, e outro, no nível inferior, por uma galeria técnica dotada de vigias sobre o canal de entrada, utilizável em más condições de mar. Estes circuitos são interligados numa extremidade pelo interior do Farol e, na outra extremidade, pelo enraizamento do Molhe.
As soluções foram, desde início, muito criativas e inovadoras em todas as frentes de desenvolvimento do projecto, traduzidas nos conceitos e nos pormenores, na tecnologia, na integração urbana e na sustentabilidade ambiental.
Estas características estiveram especialmente presentes em dois momentos. Primeiro no trabalho colectivo e criativo de concepção geral (na preparação do concurso de concepção/construção) e, depois, no trabalho rigoroso, inovador e multidisciplinar de desenvolvimento das soluções estruturais e de construção, com especial referência aos trabalhos subaquáticos.

Prémio Secil Universidades distingue sete projectos

O Prémio Secil Universidades, galardão que a Secil promove junto das Universidades portuguesas com o objectivo de incentivar a qualidade do trabalho académico e o reconhecimento público de jovens oriundos das Escolas de Arquitectura e Engenharia Civil, distinguiu em 2009 sete projectos.

O Prémio Secil Universidades Engenharia Civil 2009 foi atribuído a:

Projecto: Reabilitação e Reforço do Quartel dos Bombeiros das Lages do Pico 
Autor: João Pedro Guilherme Alves (Instituo Superior Técnico) 
Projecto: Construção de Edifícios em Meio Aquático
Autor: José Pedro Silva Ferreira (Instituto Superior Técnico)

Os vencedores do Prémio Secil Universidades Arquitectura 2009 foram:

Projecto: Museu da Mina de São Domingos 
Autor: André Rodrigues Costa (Universidade Autónoma de Lisboa) 
Projecto: Museu Mineiro de São Domingos
Autor: João Charters Monteiro. (Universidade Autónoma de Lisboa) 
Projecto: Cluster Cultural na Acrópole da Penitenciária de Coimbra 
Autores: Gerson Gonçalo Oliveira Rei, José Gil Correia Gama e Rui Vótor Rico Baltazar (Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra) Projecto: Museu da Indústria Zona Oreintal de Lisboa 
Autor: Fábio David Ferreira Santos (ISCTE) 
Projecto: Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia 
Autor: Sara Lia Santos V. Bysch (FAUP)

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Engenheiro Fernando Silveira Ramos distinguido2010-04-30 16:17:00
Engenheiros pedem alteração de Portaria ao Governohttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/engenheiros-pedem-alteracao-de-portaria-ao-governo/


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               2/2010 
      12 de Fevereiro de 2010

Engenheiros pedem alteração de Portaria ao Governo

A Ordem dos Engenheiros (OE) solicitou aos Ministros das Tutelas responsáveis pela publicação da Portaria n.º 782/2009, de 23 de Julho, a tomada das medidas legais necessárias, e com carácter de urgência, no sentido da alteração do Diploma.
 
Mariano Gago, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Isabel Alçada, ministra da Educação, e Helena André, ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, receberam da Ordem dos Engenheiros uma Proposta de alteração do Diploma em que é sublinhada a necessidade de fazer verter na Portaria a diferença de formação existente entre os licenciados de 5 anos, com formação anterior à Reforma do ensino superior decorrente da adopção de Bolonha, e os actuais licenciados, com formação superior de 3 anos, correspondente ao anterior bacharelato.
 
Perante a existência, no mercado de trabalho, de diferentes formações e competências a que corresponde o mesmo título académico, torna-se necessário referenciar os mesmos com a indicação do período em que foram obtidos.
Ora, a Portaria N.º 782/2009, que estabelece uma Regulamentação do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) ignora a diferença anteriormente referida, pois no Anexo III atribuiu o mesmo nível ao bacharelato e à licenciatura (nível 6), sem diferenciar os títulos obtidos antes e depois da Reforma.
 
Esta classificação desvaloriza a qualificação profissional de centenas de milhares de licenciados pré-Bolonha, de forma gravosa, injusta e incompreensível, na medida em que, não só colide com o reconhecimento das suas qualificações profissionais, há dezenas de anos aceite pela sociedade, como também colide com o próprio ordenamento jurídico nacional, em especial sobre o reconhecimento nas formações de nível superior, nomeadamente com o estabelecido na Lei N.º 9/2009, de 4 de Março, relativa a reconhecimento de qualificações profissionais.

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Engenheiros pedem alteração de Portaria ao Governo2010-02-12 15:09:00
Começa hoje campanha eleitoral para a Ordem dos Engenheiroshttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/comeca-hoje-campanha-eleitoral-para-a-ordem-dos-engenheiros/


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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               1/2010 
      27 de Janeiro de 2010

Começa hoje campanha eleitoral para a Ordem dos Engenheiros

O período de campanha para as eleições aos Órgãos Nacionais e Regionais da Ordem dos Engenheiros teve início hoje, dia 27 de Janeiro. 
A Comissão Eleitoral Nacional comunicou terem sido admitidas às eleições três Listas nacionais e sete regionais.

Carlos Matias Ramos, engenheiro civil e presidente do LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil) é o candidato a Bastonário pela Lista A; Fernando Silveira Ramos, engenheiro civil e gerente da Consulmar, Projectistas e Consultores Lda. encabeça a Lista B; e Luís Malheiro da Silva, engenheiro electrotécnico e administrador da LMSA – Engenharia de Edifícios é o candidato a Bastonário pela Lista C.

Aos órgãos das Regiões e Secções Regionais da Ordem apresentaram-se sete Listas candidatas. 
Para os órgãos da Região Norte foram apresentadas duas Listas, sendo que a Lista A é composta somente por candidatos ao Colégio de Engenharia do Ambiente, e a B, liderada por Fernando de Almeida Santos, por candidatos à totalidade dos órgãos.
 
Para a Região Centro da Ordem existe uma única Lista, sendo Octávio Alexandrino o candidato a Presidente do Conselho Directivo Regional. 
 
São duas as Listas candidatas à Região Sul, sendo a Lista A liderada por Carlos Mineiro Aires, e a Lista B por José Tiago de Mendonça. 
 
Quanto aos Açores e à Madeira, existe uma Lista para cada uma destas Secções Regionais. 
Paulo Botelho Moniz encabeça a Lista candidata aos Açores e Armando Simões Ribeiro a Lista candidata aos órgãos da Madeira.

Mais informações em http://www.ordemengenheiros.pt



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Começa hoje campanha eleitoral para a Ordem dos Engenheiros2010-01-27 15:33:00
Novo Aeroporto de Lisboahttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/novo-aeroporto-de-lisboa/


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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               1/2008 
      01 de Janeiro de 2008

Novo Aeroporto de Lisboa

A Ordem dos Engenheiros, ao tomar conhecimento da decisão preliminar do Governo em escolher o Campo de Tiro de Alcochete para localizar o Novo Aeroporto de Lisboa, vem manifestar o seu apoio a esta decisão política, que teve por base os estudos técnicos desenvolvidos pelo LNEC e que permitiram comparar, de forma objectiva e imparcial, as duas localizações em análise.

Entendemos que o Governo, ao decidir suspender uma anterior decisão e ao atribuir a uma instituição como o LNEC, que durante 60 anos tem estado ao serviço do país, a responsabilidade pela avaliação técnica, demonstrou confiar nas instituições de prestígio que ainda temos, e aceitar que a decisão política fosse baseada na objectividade, garantindo uma transparência digna de registo.

Os investimentos públicos em grandes infra-estruturas exigem, hoje, complexos estudos, mas também a capacidade para comparar soluções, ponderar vantagens e inconvenientes e tomar decisões que sejam facilmente explicadas aos portugueses.

O que este processo veio demonstrar é que não é desejável elaborar estudos para fundamentar decisões políticas, os quais, para além de obrigarem a elevados encargos, não permitem uma decisão fundamentada e que melhor defenda os interesses do país.

Se o modelo seguido vier a ser aplicado a outros grandes investimentos públicos, permitindo-se comparar alternativas de forma isenta e com a objectividade possível, certamente que reduziremos os custos e o tempo e todos ficaremos a conhecer as razões que levam o poder político a decidir. Uma maior transparência na decisão garantirá maior racionalidade, evitará discussões inúteis e permitirá uma maior mobilização dos portugueses em torno dos grandes projectos nacionais.

O Bastonário da Ordem dos Engenheiros, ao levantar dúvidas, em Fevereiro e Março do ano passado, sobre as anteriores decisões quanto à localização do novo aeroporto, e ao propor ao Governo a suspensão da decisão e o estudo de nova localização, cumpriu a sua missão de interesse público, atribuída à Ordem dos Engenheiros, alertando para aspectos relevantes, na perspectiva da engenharia.

A engenharia demonstrou, uma vez mais, o seu importante papel na procura das melhores soluções, enquanto base fundamental para a decisão política.

O Bastonário da Ordem dos Engenheiros 
Fernando Santo


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Novo Aeroporto de Lisboa2008-01-01 15:49:00
Ordem dos Engenheiros anuncia vencedores do PIJEhttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/ordem-dos-engenheiros-anuncia-vencedores-do-pije/


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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               1/2007 
      18 de Outubro de 2007

Ordem dos Engenheiros anuncia vencedores Prémio Inovação Jovem Engenheiro

A Ordem dos Engenheiros apresenta os vencedores do "Prémio Inovação Jovem Engenheiro 2006”, dia 18 de Outubro, às 18h30, no Auditório da sede da Ordem, em Lisboa.

A cerimónia será presidida por Rui Chancerelle de Machete, Presidente do Conselho Executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e conta com a presença de Victor Gonçalves de Brito, Vice-Presidente Nacional da Ordem dos Engenheiros e António Coelho dos Santos, Presidente do Conselho Directivo da Região Sul da Ordem dos Engenheiros.

O Prémio Inovação Jovem Engenheiro é uma iniciativa da Região Sul da Ordem dos Engenheiros que visa contribuir para a realização e divulgação de trabalhos inovadores nos diversos ramos da Engenharia, o qual contou este ano como Presidente do Júri Carlos Matias Ramos, Presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).
  • Divulgação dos Vencedores: "Prémio Inovação Jovem Engenheiro” 
  • Auditório da Sede da Ordem dos Engenheiros – Av. Sidónio Pais, 4E – Lisboa 
  • 18 de Outubro de 2007 – 18h30



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Ordem dos Engenheiros anuncia vencedores do PIJE2007-10-18 16:21:00
Ordens Profissionais Debatem «Bolonha»https://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/ordens-profissionais-debatem-«bolonha»/


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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               5/2006 
      10 de Abril de 2010

Ordens Profissionais Debatem «Bolonha»

A Ordem dos Engenheiros e o Conselho Nacional de Profissões Liberais (CNPL) realizam, 2ª feira dia 10 de Abril, na sede da Ordem, em Lisboa, um seminário sobre os novos requisitos previstos nas orientações da União Europeia para o ensino superior, conhecidas como «Processo de Bolonha».

Durante o encontro que vai reunir os membros das diferentes Ordens Profissionais com presença no CNPL, serão discutidas as implicações de «Bolonha» face à realidade, requisitos estatutários e prática anterior de cada Ordem Profissional.

O debate conta com a participação de Adriano Moreira, presidente do Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CNAVES) e Santos Silva, Vice-Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).
  • Seminário: "Bolonha e as Ordens Profissionais"
  • Segunda-feira, Dia 10 de Abril, das 09H30 às 18H30
  • Auditório da Sede da Ordem dos Engenheiros, Av. Sidónio Pais, 4-E, Lisboa


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Ordens Profissionais Debatem «Bolonha»2006-04-10 16:27:00
Floresta em debate na Ordem dos Engenheiroshttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/floresta-em-debate-na-ordem-dos-engenheiros/


Av. António Augusto de Aguiar,
n.º 3D, 1069-030 Lisboa secretariageral@oep.pt

Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               4/2006 
      17 de Março de 2006

Floresta em debate na Ordem dos Engenheiros

A floresta portuguesa vai ser o tema central da conferência "Os Novos Desafios da Floresta”, dias 20 e 21 de Março, na Ordem dos Engenheiros (OE), em Lisboa.

A propósito da celebração do Dia Mundial da Floresta (21 de Março), o Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Florestal da OE, a Federação dos Produtores Florestais de Portugal e a Direcção-Geral dos Recursos Florestais, promovem o debate sobre as diversas vertentes com implicações na preservação e desenvolvimento deste importante recurso natural.

Com esta conferência pretende-se que sejam discutidas as questões relacionadas com a gestão territorial e ambiental, o desenvolvimento económico, investimento e fiscalidade, o enquadramento da floresta no desenvolvimento rural, e o papel a desempenhar pelos produtores florestais, bem como pela Engenharia portuguesa.

No dia 20 de Março, segunda-feira, a sessão de abertura vai ser presidida pelo Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas, Rui Gonçalves. A discussão vai passar pela Gestão do Território, que inclui, entre outros temas, a organização do território e a recuperação de áreas ardidas, sendo abordado o caso específico do concelho de Mação.

O segundo e último painel do dia é dedicado à Economia e Novos Mercados, que vai abordar, nomeadamente a criação de uma rede de centrais termoeléctricas a biomassa florestal.

No dia 21 de Março, terça-feira, o terceiro painel é inteiramente dedicado ao Desenvolvimento Rural, com a análise de casos concretos e a perspectiva da fileira florestal (produção, cortiça e pasta de papel).

Ao longo dos dois dias desta conferência vão passar pelo auditório da sede da OE vários especialistas e decisores, para conseguir um debate alargado e multidisciplinar, sobre todas as questões que dizem respeito à floresta.

Programa
  • CONFERÊNCIA "NOVOS DESAFIOS DA FLORESTA” 
  • DIA 20 DE MARÇO, SEGUNDA, DAS 09:00h ÀS 17:20h 
  • DIA 21 DE MARÇO, TERÇA, DAS 09:00h ÀS 12:00h 
  • AUDITÓRIO DA SEDE DA ORDEM DOS ENGENHEIROS, AV. SIDÓNIO PAIS, 4-E, LISBOA


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Floresta em debate na Ordem dos Engenheiros2006-03-17 16:30:00
Ordem lança debate sobre novas leis da construçãohttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/ordem-lanca-debate-sobre-novas-leis-da-construcao/


Av. António Augusto de Aguiar,
n.º 3D, 1069-030 Lisboa secretariageral@oep.pt

Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               3/2006 
      10 de Março de 2006

Ordem lança debate sobre novas leis da construção

A Ordem dos Engenheiros promove, dia 13 de Março, segunda-feira, um encontro sobre "A Revisão Legislativa do Sector da Construção”, inserido no ciclo de Jantares-debate para discussão de temas ligados à Engenharia Portuguesa, enquanto instrumento de desenvolvimento do País, no ano em que a OE comemora 70 anos de existência.

O orador convidado é o Presidente do Instituto dos Mercados das Obras Públicas e Particulares e do Imobiliário (IMOPPI), Hipólito Ponce Leão, que vai fazer uma intervenção sobre a revisão legislativa de vários diplomas, designadamente "A Contratação Pública de Empreitadas e Serviços”, "A Revisão do Decreto 73/73”, "A Ficha Técnica da Habitação” e, ainda, "O Decreto-Lei sobre a Qualificação Profissional dos Coordenadores de Segurança em Fase de Projecto e de Obra”.

Os Jantares-debate deste ciclo decorrem sempre no Restaurante da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, pelas 20h00. 
  • JANTAR-DEBATE SOBRE A REVISÃO LEGISLATIVA DO SECTOR DA CONSTRUÇÃO
  • TERÇA-FEIRA, 13 DE MARÇO, ÀS 20H00
  • RESTAURANTE DA SEDE DA ORDEM DOS ENGENHEIROS, AV. SIDÓNIO PAIS, 4-E, LISBOA

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Ordem lança debate sobre novas leis da construção2006-03-10 16:33:00
“No Princípio Era Um Traço”https://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/no-principio-era-um-traco/


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               2/2006 
      18 de Janeiro de 2006

"No Princípio Era Um Traço”

Obra de Eng.º Murta Lourenço apresentada no dia 18 de Janeiro

"No princípio era um traço" é o título da mais recente obra do Eng.º Murta Lourenço, que vai ser apresentada no dia 18 de Janeiro, pelas 18h00, na sede da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

A Obra
Segundo o autor, "No princípio era um traço” é, literalmente, um romance.

No entanto, "do ponto de vista técnico constitui um guia destinado a donos de obra, arquitectos, engenheiros, e em geral a todos os seus intervenientes, sobre o modo de encarar as etapas de um empreendimento, desde a sua origem (o programa preliminar) até à sua conclusão e ocupação pelo dono de obra”.

Como tal, na sua apresentação do próximo dia 18, o Eng.º Murta Lourenço irá referir-se a temas de natureza técnica, como são:
  1. O dono de obra e o empreendimento: Como encará-lo desde o início? O programa preliminar. A selecção dos projectistas. 
  2. A concepção do projecto. Arquitectura: arte e engenharia. Os vectores normalizadores do projecto: o programa funcional, a segurança, a optimização energética. 
  3. A importância de uma equipa multidisciplinar desde o início. Condução e coordenação técnica geral. A coordenação técnica dos projectos desde a fase da concepção. 
  4. A concepção dos projectos das instalações técnicas. Integração e coordenação com a estrutura e a arquitectura. 
  5. Modalidades para a execução da obra: "chave na mão” e "preço global”. Os concursos públicos, limitados com pré-selecção pública e limitados por convite. 
  6. A condução da obra: missão do condutor. Condução e fiscalização. Papel dos diversos intervenientes no controlo de qualidade. 
  7. A obra: A importância da preparação. As regras para a "máquina” da execução da obra. A segurança, a disciplina, o cumprimento dos prazos. 
  8. A importância da fase de testes e ensaios antes da recepção provisória e da ocupação do edifício pelo utilizador. 
  9. O acompanhamento pelas equipas de condução e de projecto desde o início de funcionamento do edifício até à sua estabilização. Lições, ajustes e enriquecimento da experiência de quem projecta e conduz. 
  10. O dono de obra e o empreendimento: Como o encarar desde o início? O programa preliminar. A selecção dos projectistas. 
  11. A concepção do projecto. Arquitectura: arte e engenharia. Os vectores normalizadores do projecto: o programa funcional, a segurança, a optimização energética. 
  12. A importância de uma equipa multidisciplinar desde o início. Condução e coordenação técnica geral. A coordenação técnica dos projectos desde a fase da concepção. 
  13. A concepção dos projectos das instalações técnicas. Integração e coordenação com a estrutura e a arquitectura. 
  14. Modalidades para a execução da obra: "chave na mão” e "preço global”. Os concursos públicos, limitados com pré-selecção pública e limitados por convite. 
  15. A condução da obra: missão do condutor. Condução e fiscalização. Papel dos diversos intervenientes no controlo de qualidade. 
  16. A obra: A importância da preparação. As regras para a "máquina” da execução da obra. A segurança, a disciplina, o cumprimento dos prazos. 
  17. A importância da fase de testes e ensaios antes da recepção provisória e da ocupação do edifício pelo utilizador. 
  18. O acompanhamento pelas equipas de condução e de projecto desde o início de funcionamento do edifício até à sua estabilização. Lições, ajustes e enriquecimento da experiência de quem projecta e conduz.
O Autor
José Murta Lourenço nasceu em Estoi, Faro, em 2 de Dezembro de 1949. Engenheiro Electrotécnico pelo IST, membro da Ordem dos Engenheiros, ingressou em 1980 na Electroconsul, então dirigida pelo Eng.º Manuel Camacho Simões. Formado na vida prática da engenharia do projecto e da obra na "escola” de rigor de um dos mais conceituados e exigentes engenheiros da segunda metade do séc. XX, cedo se ligou aos projectos de electrotecnia e da térmica de grandes edifícios como o Ritz, a SIBS ou o Edifício Marconi.

Habituado à exigência do comando de obras onde o cumprimento dos custos, dos prazos e da qualidade sempre constituiu a linha de rumo, Murta Lourenço adquiriu nesta área uma experiência enriquecedora, tendo sido nomeadamente o condutor do empreendimento do Edifício Marconi. Com a retirada do Eng.º Manuel Camacho Simões da vida profissional activa, José Murta Lourenço assume o comando da Electroconsul, onde ainda hoje exerce a função de Administrador único. Enquanto escritor publicou, desde 1998, 12 livros, entre poesia (3) e prosa (9).

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“No Princípio Era Um Traço”2006-01-18 16:50:00
Projecto de Engenharia de Rui Furtadohttps://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/projecto-de-engenharia-de-rui-furtado/


Av. António Augusto de Aguiar,
n.º 3D, 1069-030 Lisboa secretariageral@oep.pt

Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               1/2006 
      11 de Janeiro de 2011

Estádio Municipal de Braga galardoado com o "Prémio Secil de Engenharia Civil 2005”

O Estádio Municipal de Braga, cujo projecto de engenharia foi da responsabilidade de uma equipa da AFAssociados, coordenada pelo Eng.º Rui Furtado, conquistou o "Prémio Secil de Engenharia Civil 2005”, tendo sido escolhido entre os sete projectos finalistas.

Para o Bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando Santo, "a singularidade desta obra mostra o resultado do trabalho colectivo entre as equipas dos projectos de Arquitectura e de Engenharia, numa interligação digna de realce”. A prova disso está no facto de o Estádio Municipal de Braga ter recebido, em 2004, o Prémio Secil de Arquitectura, entregue ao Arq.º Eduardo Souto Moura, sendo a primeira vez, em dez anos, que uma mesma obra é contemplada com as duas categorias do Prémio Secil.

O Bastonário, Fernando Santo, sublinha ainda que "o ‘Prémio Secil de Engenharia Civil’, atribuído de dois em dois anos, continua a ser um estímulo que promove o mérito, destacando os Engenheiros que, de forma anónima, são responsáveis pelos projectos que permitem materializar as obras e garantir a sua segurança”.

O "Prémio Secil de Engenharia Civil”, no valor de 50 mil euros, é uma iniciativa realizada com a colaboração da Ordem dos Engenheiros, desde 1995, que pretende incentivar e promover o reconhecimento público de autores de soluções que tenham sido aplicadas em obra e que constituam peças significativas no enriquecimento da engenharia portuguesa. Este prémio conta, desde a sua primeira edição, com o Alto Patrocínio da Presidência da República.

Paralelamente, foi atribuído o "Prémio Secil Universidades 2005” ex-aequo a três trabalhos: projecto do Pavilhão de Verão para a Serpentine Gallery, em Londres, por André Resende, Ivo Couto, Luís Cerqueira e Luís Silva, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; projecto de Reforço Sísmico de um Edifício "Gaioleiro” com materiais viscosos, de Miguel Branco, do Instituto Superior Técnico; e o projecto estrutural da Igreja de Notre-Dâme Du Raincy, em França, de Sandra Monteiro e Alberto Martins, da Universidade da Beira Interior.

A entrega do "Prémio Secil de Engenharia Civil 2005” e do "Prémio Secil Universidades 2005” vai acontecer dia 11 de Janeiro, numa cerimónia presidida pelo Presidente da República, Jorge Sampaio, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, pelas 18 horas.



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Projecto de Engenharia de Rui Furtado2006-01-11 17:17:00
“Barragens. Tecnologia, Segurança e Interacção com a Sociedade” https://www.ordemengenheiros.pt/pt/centro-de-informacao/imprensa/comunicados/barragens-tecnologia-seguranca-e-interaccao-com-a-sociedade/


Av. António Augusto de Aguiar,
n.º 3D, 1069-030 Lisboa secretariageral@oep.pt

Comunicado à Imprensa
Comunicado do Conselho Directivo Nacional
da Ordem dos Engenheiros

               22/2005 
      27 de Outubro de 2005

"Barragens. Tecnologia, Segurança e Interacção com a Sociedade”
27 a 29 de Outubro de 2005, Lisboa

O tema "Barragens. Tecnologia, Segurança e Interacção com a Sociedade” será objecto de reflexão no Seminário que terá lugar no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, no período de 27 a 29 de Outubro.

A diminuição do ritmo de construção de grandes barragens verificada nos últimos anos, face, por um lado, ao aproveitamento dos principais recursos no Século XX e, por outro, à problemática ambiental nas suas múltiplas vertentes, contribuiu para uma retracção na discussão de temas técnicos ligados ao projecto e à construção destas obras.

Contudo, os desenvolvimentos constantes e recentes em diferentes áreas impõem a retoma da discussão do tema específico das barragens, em todas as suas componentes e interacções. De entre essas áreas, referem-se as relativas à segurança de barragens, à sua reabilitação, à exploração de albufeiras e aos novos usos da água, às análises de benefícios e de impactes e à gestão do risco. Neste contexto, merecem ainda destaque o projecto e a construção de novas barragens, os casos de comportamento em situações excepcionais, os programas de reavaliação de segurança e a revisão da regulamentação em vigor. Estas são algumas das temáticas a tratar no evento, cuja organização é da responsabilidade da Comissão Nacional Portuguesa das Grandes Barragens (CNPGB).

Informações complementares disponíveis em: http://cnpgb.inag.pt 
ou através do Tel.: 21 844 34 83


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“Barragens. Tecnologia, Segurança e Interacção com a Sociedade” 2005-10-27 00:00:00