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Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior


Av. António Augusto de Aguiar,
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Comunicado


Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior - Engenharia volta a liderar médias de entrada


6/2017
11 de setembro de 2017

Os resultados da primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior divulgados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) revelam que os cursos de Engenharia Aeroespacial e Engenharia Física e Tecnológica, do Instituto Superior Técnico de Lisboa (IST), e o curso de Engenharia e Gestão Industrial, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), registaram as notas mínimas mais elevadas de acesso de todo o concurso, reafirmando uma tendência iniciada nas colocações de 2016.

Na verdade, verifica-se que, dos dez cursos melhor posicionados nas escolhas dos jovens estudantes, cinco são de engenharia.

Uma primeira leitura das informações disponibilizadas pela DGES permite ainda concluir que os candidatos ao ensino superior apostaram na engenharia como área de formação, uma vez que o número de colocações em cursos de engenharia subiu mais de 11% relativamente à 1.ª fase concurso nacional de 2016 (9.235 contra 8.301).

Por outro lado, nas cinco instituições de ensino que registam as notas mínimas de entrada mais elevadas do país (Universidade do Porto, Universidade do Minho, Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa e Instituto Politécnico do Porto), os graus de preenchimento de vagas situam-se acima de 98%, havendo dois casos em que a cobertura é plena (Universidade do Minho e Universidade Nova de Lisboa).

Um foco incontornável de atenção respeita às colocações em cursos de engenharia civil, pelos impactos da crise económica dos últimos anos e pela perceção pública errada de que o âmbito daquela atividade se limita ao setor da construção e obras públicas. Também a esse respeito se verificou uma evolução muito positiva, tendo o número de vagas crescido 29% em relação a 2016 e sido colocados mais 52% de alunos em relação ao ano anterior (513 contra 338).

Quanto às vagas oferecidas que ficaram sem colocações (1.923 vagas sobrantes), apesar de ser considerado um número elevado pela Ordem dos Engenheiros, é, ainda assim, um resultado bastante inferior ao ocorrido na 1.ª fase de 2016 (2.465).



Face aos resultados da primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, a Ordem dos Engenheiros congratula-se por verificar que a formação superior em engenharia e a valorização da profissão estão a ganhar força no seio das famílias portuguesas, conquistando a preferência dos futuros profissionais que o país libertará para o mercado.

Lisboa, 11 de setembro de 2017


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